Retorno das atividades no prédio original traz resgate histórico para o Amapá
O centro é fruto do trabalho do renomado artista plástico R. Peixe, que idealizou a instituição ainda em 1963, originalmente com o nome Escola de Artes Pablo Picasso. Por 10 anos, as aulas aconteceram em diversos ambientes, como na E. E. Barão do Rio Branco e o antigo Ginásio de Macapá (GM), onde hoje funciona a unidade de ensino Antônio Cordeiro Pontes.
A inauguração do prédio próprio da instituição aconteceu em 1973, já com o nome Escola de Artes Cândido Portinari. O espaço foi desenhado em formato de espiral, valorizando a luz natural e proporcionando um lugar propício para exposições artísticas.
A partir de então, o centro cumpriu o seu papel de divulgar, ensinar e fomentar a produção artística regional e descobrir novos talentos no estado. A instituição foi responsável pela formação de artistas amapaenses renomados, como Ralfe Braga, Manoel Costa e Olivar Cunha.
Devido a problemas estruturais identificados no teto, as aulas do centro passaram a funcionar em um prédio alternativo em 2009. A reforma do espaço iniciou em setembro de 2014, há dez anos, e passou por períodos de paralisação devido à rescisão de contratos com empresas. A gestão atual possibilitou a finalização da obra em apenas 18 meses, seguindo o compromisso com a infraestrutura da educação no Plano de Governo.
O projeto da obra foi elaborado por técnicos da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), levando em consideração a arquitetura histórica original do espaço. Além disso, o prédio recebeu uma nova fachada, adicionando dois ambientes específicos para exposição.
Obra respeitou a arquitetura histórica original do prédio