Policia Civil e Policia federal deflagram a Operação Harpia
A operação tem como objetivo cumprimento de mandados de prisão de condenados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amapá.
Atuam na operação a Delegacia de crimes contra patrimônio (DECCP ), núcleo de capturas da Polícia Civil e Núcleo de capturas da Polícia Federal. Além da participação de outras delegacias de todo o estado do Amapá envolvidas na operação.
A operação também buscou realizar a prisão de criminosos amapaenses que estejam residindo em outras unidades da Federação.
A operação Harpia contou com duas fases:
1ª fase: 22/07/2024 a 02/08/2024: Levantamento das informações.
2ª fase: 06/08/2024: Deflagração
Nome dado à Operação (significado): Harpia é a maior ave de rapina brasileira, sendo considerada a mais forte do planeta. Mede entre 90 e 105 centímetros de comprimento e apresenta uma envergadura de mais de 200 centímetros. Está presente em algumas regiões do Brasil, dentre elas nas florestas do Estado do Amapá.
Até o momento que antecede a deflagração da operação: 57 (cinquenta e sete) prisões no Estado do Amapá.
Criminosos presos em outros Estados: 05 (cinco) pessoas presas até o momento que antecede a operação, sendo 02 (dois) em Santa Catarina, 01 (um) no Estado de São Paulo, 01 (um) no Rio Grande do Sul, 01 (um) no Estado do Pará.
Durante a Operação Harpia, uma pessoa foi presa acusado de ter matado sua esposa em 1997 no Estado do Rio Grande do Norte. Desde que ocorreu o feminicídio, o processo criminal foi suspenso e o criminoso se escondeu nas cidades de Catolé do Rocha (PB), Campina Grande (PB), Belém (PA) e foi preso em Macapá (AP), após 27 anos foragido, em virtude da Operação Harpia.
Balanço final da operação:
81 prisões em Macapá.
06 prisões fora do Estado, 2 em Santa Catarina, 1 em São Paulo, 2 no Rio Grande do Sul e 1 no Pará.