GEA anuncia construção da nova Escola Bosque no Arquipélago Bailique
A comunidade estudantil recebeu o governador do Amapá, Clécio Luís e equipe de governo, o anuncio da reestruturação da Escola Bosque na Vila Progresso e apresentação do projeto do novo prédio. A construção pelo Governo do Estado, é através de recurso adquirido, por emenda de R$ 8 milhões, do senador Davi Alcolumbre.
"Iremos homologar e pactuar a licitação para que a empresa inicie a obra já em janeiro do ano que vem, o que deve levar seis meses até a finalização, mas sabemos que, nesse meio tempo, ocorre o fenômeno das terras caídas. Não queremos que os alunos parem de estudar, por isso, vamos adequar o prédio de acordo com a situação vivida. Vamos buscar todas as soluções possíveis, mas é um compromisso nosso de que as aulas não vão parar", garantiu o governador Clécio Luís. Segundo o secretário de Infraestrutura do estado, David Covre, a obra demoraria em média 2 anos, mas será utilizado uma metodologia construtiva para acelerar a construção. O prédio terá eficiência térmica, ou seja, com menos consumo de energia elétrica, ambientes climatizados, arejados e adequados para o ambiente da escola. Por ser de tempo integral, possuirá redário, laboratório, área para o corpo pedagógico, entre outros espaços, que irão facilitar quem estuda e trabalha na Escola Bosque.
"Ontem iniciou-se o processo licitatório da nova Escola Bosque. Até iniciar a obra, poderemos fazer ajustes nos projetos. Então, a comunidade escolar será consultada pela Secretaria de Educação para saber como os alunos, professores e todos que utilizam o ambiente educacional querem que ela seja", informou o secretário.
A região do Bailique sofre pelo fenômeno das terras caídas e isso também foi pensado para elaboração do projeto, pois uma grande preocupação da população é a preservação do prédio, pensando nos possíveis problemas futuros devido ao fenômeno da natureza.
"A escola deverá ser construída distante cerca de 250 metros de onde está atualmente para que a erosão demore a chegar até o novo prédio. E se caso chegar, a gente vai poder desmobilizar a estrutura porque a tecnologia que será empregada na construção vai permitir esse tipo de dinâmica", informou David Covre.